Um Olhar Feminino
23 de Março de 2010

publicado por umolharfeminino às 11:04 link do post
14 de Março de 2010

 
 
 
 
 
As dores da alma não deixam recados,
imprimem uma sentença que perdura pelos anos.
Um amor que acabou mal resolvido...
Um emprego que se perdeu inexplicavelmente...
Um casamento que mal começou e já terminou...
Uma amizade que acabou com traição...
Tudo vai deixando sinais, marcas profundas...
Precisamos trabalhar as dores da alma,
para que sirvam apenas de aprendizado,
extraindo delas a capacidade de nos fortalecermos...
aprendendo que o melhor de nós,
ainda está em nós mesmos...
Que amando-nos incondicionalmente
descobrimos a auto-estima...
Que se deixarmos seguir o caminho
da dor e da lamentação,
iremos buraco abaixo
no caminho da depressão.
As dores da alma não saem no jornal,
não viram capa de revista...
E só quem sente,
pode avaliar o estrago que elas causam.
Como não existe vacina
para amores mal resolvidos,
nem para decepções diárias,
o que vale é a prevenção...
Então...
Ame-se para amar
e ser verdadeiramente amado.
Sorria para que o mundo seja mais gentil!
Dedique-se para que as falhas sejam pequenas...
Não se compare, você é único!
Repare nas pequenas coisas,
mas cuidado com as grandes
que as vezes estão bem diante do nosso nariz
e não enxergamos...
Sonhe, pois o sonho é o combustível da realização.
Tenha amigos e seja o melhor amigo de todos.
Apaixone-se pela vida e por tudo o que é seu!
Sinta o seu cheiro e acredite em seu poder de sedução...
Estimule-se, contagie o mundo com o seu melhor...
Creia em Deus
pois sem Ele não há razão em nada!
E tenha sempre a absoluta certeza de que,
depois da forte tempestade,
o arco-íris vai surgir
e o sol vai brilhar ainda mais forte.

Paulo Roberto Gaefke
publicado por umolharfeminino às 11:07 link do post
04 de Março de 2010

http://sxc.hu/category/1082 /
 

 

"Muitos afirmam que o sexo feminino é mais invejoso do que o masculino, isso é mentira! Homens e mulheres sentem inveja e ela tem as mesmas consequências funestas para ambos. Durante as minhas pesquisas para escrever o meu primeiro livro “O segredo dos invejáveis”, isso ficou muito claro, os homens são tão invejosos quanto as mulheres. A história não me deixa mentir, com as suas narrativas de disputas de terras, de poder e de mulheres, por parte do sexo masculino. A história de Helena de Tróia foi um bom exemplo, invejada pelas mulheres e extremamente desejada pelos homens, ela acabou fazendo com que o seu marido, Menelau, também fosse vítima da inveja masculina.
Helenas, Menelaus, Laís, Rodolfos, Pedros e Joanas, cada um com as suas histórias acabam sendo pessoas importantes em seus contextos, brilham e se destacam ao seu modo e, mesmo sem desejar, despertam sentimentos de ciúme, cobiça e inveja. Aliás, é muito importante compreender a diferença entre essa tríade para que o diagnóstico da inveja possa ser realizado. O ciúme é a vontade de manter o que se tem; a cobiça é o desejo por algo que não se tem; enquanto a inveja é querer que o outro não tenha! O ciúme e a cobiça, até certo ponto, podem nos impulsionar a sermos melhores.
Imagine que você vá visitar o seu namorado no trabalho, ao chegar lá percebe que ele está na maior conversa com uma colega super inteligente. Ele a apresenta, vocês conversam, despedem-se, aparentemente tudo normal, mas você sai de lá incomodada e insegura. Ao invés de ter um surto de ciúmes você reconhece para si mesma que precisa ler mais, estudar e correr atrás de mais conhecimento. O seu ciúme a impulsionou a ser mais culta e a descobrir um mundo novo, a sua autoconfiança se fortifica e o ciúme evapora. A cobiça também pode nos fazer correr atrás de oportunidades melhores e a desenvolver capacidades latentes. Recordo de uma amiga da época da faculdade que fazia tricô, ela comprava os seus livros com o dinheiro das blusas e dos cachecóis que vendia, ela serviu de inspiração para muitas pessoas que passaram a vender doces, roupas, a traduzir textos... Infelizmente ela também foi alvo da inveja de outros. Naquela época comecei a compreender que um dos aspectos mais invejados do ser humano é a sua força interior. Sabe aquele brilho que se destaca no meio da multidão? A pessoa nem é tão bonita ou inteligente, não ganha milhões, por vezes tem que correr muito para dar conta do orçamento, mas ela tem um algo a mais, tem luz própria! Isso me faz lembrar da história da serpente e do vaga-lume. A serpente perseguia o vaga-lume por toda a parte, mas ele fugia, corria e resistia. Assim foram passando alguns dias até que ele, muito cansado, parou de fugir e disse a serpente:
- Posso lhe fazer uma pergunta?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar, disse a serpente.
- Eu pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não
- Eu te fiz algum mal?
- Não
- Então, por que você quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar!
Quem nunca teve um amigo ou amiga que nunca soube o que queria da vida, até você começar a falar dos seus projetos pessoais? Você comenta que vai fazer um concurso público e no dia seguinte lá está ele estudando para fazer o mesmo concurso que o seu. Os invejosos querem realizar os seus sonhos porque eles não têm sonhos próprios, são extremamente competitivos e maledicentes, não se regozijam com a alegria de ninguém, não vivem, vegetam! O invejoso está sempre vampirizando a energia alheia, são aqueles que nunca elogiam nada e quando o fazem sempre destilam algum comentário maldoso do tipo:
- “Foi promovido? Parabéns, você mereceu conquistar essa promoção, só espero que você dê conta!”
- “Que linda que você está nesse vestido, finalmente conseguiu emagrecer!”
Um outro indício dos invejosos é a sua fixação por amuletos, figas, simpatias, fitas vermelhas no carro, eles vivem protegendo-se de um sentimento que conhecem muito bem! Aqueles que padecem desse mal sofrem com as conquistas alheias, por vezes chegam a adoecer, deprimem facilmente e amargam a própria incapacidade de sair da inércia da sua existência vazia. São ressentidos com a vida e julgam-se vítimas dela, vivem reclamando e martirizando-se, querendo incitar sentimentos de piedade. Quando conquistam algo que julgam importante, exibem feito troféus. Adoram expor a vida pessoal e tentam estimular a inveja em outras pessoas, feito um comercial de TV: “Vejam como eu sou feliz!”. Agem dessa forma por que não reconhecem o próprio valor, então necessitam que o olhar alheio confirme o que eles mesmos não conseguem encontrar, mas que vivem procurando, equivocadamente, na vida alheia."
publicado por umolharfeminino às 14:07 link do post
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